a casa tem quatro rodas

Resolvemos aguardar. A casa, por enquanto, não é casa. Ela virou um uno lindo. Mas não por muito tempo. Logo, encontraremos a ideal e então a chamaremos de doce.


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Ideais decorativas

Se minha casa tiver escadas, essa vai pro brainstorm da decoração:

books

Livros pela casa toda

Usados

Outra imobiliária me achou e essa conhece a filosofia do encantamento. Me mandaram um e-mail super querido com fotos, códigos. Tudo lindo e em São Leopoldo. Será que agora vai?

Ai que vontade…

Sabe qual o problema de imobiliárias? além da demora em responder, respondem pingado. Você manda uma lista de perguntas e eles respondem cada uma em um email! Bizarro!

Hoje, enviaram dois possíveis imóveis em Canoas. Mas não mandaram a localização!

Ainda assim, um deles me encantou até pelo nome: Barcelona.

tão bonitinho, mas longe do Centro… que triste…

barcelona

quando a imobiliária emperra por uma simples informação

E a saga continua… E vai longe, na verdade. Pelo menos até o início do próximo ano…

A discussão entre os dois moradores da casa nova era a cidade. Cogitamos Canoas – onde moramos com nossos pais -, São Leopoldo – onde trabalhamos -, e até, mais remotamente claro, Porto Alegre – que, afinal, é a capital do estado, onde as coisas acontecem! No fim, Canoas e, principalmente, São Lepoldo viraram nossas principais opções.

Em São Leopoldo, as melhores opções são apartamentos usados. Novos, só em bairros. E como a mudança seria de cidade também, o ideal é centro!

Em Canoas, nem usados. Os novos com preço bom só em bairros bem “complicados”.

Enquanto namoramos um apartamento 2 quartos, 58 metros quadrados no centro de SL, aparecem novas opções em Canoas. Sabe qual o problema? O moço da imobiliária me encheu de perguntas pessoais antes de me dizer o preço e as opções de financiamentos. Que chato! A ideia do bom atendimento morreu ali e eu fiquei aqui ansiosa pelas informações.

Procurando um canto

A saga de encontrar um lugar pra morar já dura algum tempo, mas enfim, efetivamos, botamos no papel as ideias e começamos a executá-las. Primeiro, a gente guarda uma grana pra entrada, confere o FGTS, organiza as contas… Nisso, obviamente, já temos claro o que queremos: apartamento de um ou dois quartos, no máximo até R$ 70 mil se for usado ou até 80, 90 mil novo. Uma missão que parecia impossível, mas que já está se tornando mais “realizável”.

Lá vamos nós, passar em frente às construções, anotar o nome das empreendedoras, das imobiliárias, mandar infinitos e-mails. Até encontrar o apartamento que nos aconchegue.

A meta? Cantar parabéns pro amorzão lá dentro, ou seja, em maio. Até lá, vou trocando ideias comigo mesma e quem mais quiser vir por aqui.